Evento de Natal – O Safari
Começámos então o safari propriamente dito. Supostamente cada um de nós iria conduzir nas dunas à vez. No entanto o entusiasmo rapidamente esmoreceu pois o nosso guia não nos deixava sequer meter a 3ª. O único momento divertido foi quando o guia começou com uma fissting conversation sobre meter as mudanças: “Não uses a mão toda. Mete só dois ou três dedos.” Foi a galhofa total. Creio que ele não achou grande piada à brincadeira.
Eu seria a 4ª pessoa a conduzir o jipe. Antes disso fizemos um ligeiríssimo intervalo na crista de uma duna para descansar e tirar umas fotos. Durante essa pausa passa por nós um jipe de uma outra agência a acelerar descontroladamente e a fazer tangentes aos nossos carros. Fez isto uma vez, fez isto duas vezes. Parecia que o condutor estava possuído. O nosso guia arrancou para interceptar este desvairado das dunas ao mesmo tempo que eu me sentei finalmente aos comandos: seria a minha vez de brilhar. Arranquei devagarinho, deixei o carro ir abaixo, tornei a arrancar, e ao fim de uma dezena de metros o nosso condutor diz-me para eu trocar com ele “rápido, rápido, rápido”. Todos os jipes fizeram isso e arrancamos a toda a velocidade em direcção ao sítio onde estava o nosso guia, no local onde este tinha parado a marcha diabólica do outro carro: estava a haver granel.
Chegados lá, já havia confusão da grande. O guia do nosso grupo já tinha levado uns bananos valentes de um árabe trajado a rigor e a coisa estava fora de controlo. O árabe tentava tirar algo da mala do jipe (nem sequer tento imaginar o que seria) sendo impedido pelos restantes condutores do nosso grupo estava a ficar cada vez fora de si. Vai daí que foi à porta do Jipe, sacou de uma chave-de-fendas com a nítida intenção de espetar no nosso guia, que entretanto já estava a uma protectora distância. Claro que está que assim que o árabe levantou o braço com a chave foi automaticamente dominado e jogado ao chão pelos restantes condutores do nosso grupo. Imagino a humilhação do homem, um nativo, a ser mandado ao chão por um bando de estrangeiros (pausa para muitas gargalhadas)… No entanto, a coisa a partir daí acalmou e finalmente viemo-nos embora.
Mas a história não acaba aqui. Malditos árabes que têm que ter que ter sempre a ultima palavra. Ainda teve tempo de mandar com uma garrafa de água a um dos jipes já em andamento.
Acabámos por fim o safari a fazer montanha russa à séria pelo meio das dunas…
Eu seria a 4ª pessoa a conduzir o jipe. Antes disso fizemos um ligeiríssimo intervalo na crista de uma duna para descansar e tirar umas fotos. Durante essa pausa passa por nós um jipe de uma outra agência a acelerar descontroladamente e a fazer tangentes aos nossos carros. Fez isto uma vez, fez isto duas vezes. Parecia que o condutor estava possuído. O nosso guia arrancou para interceptar este desvairado das dunas ao mesmo tempo que eu me sentei finalmente aos comandos: seria a minha vez de brilhar. Arranquei devagarinho, deixei o carro ir abaixo, tornei a arrancar, e ao fim de uma dezena de metros o nosso condutor diz-me para eu trocar com ele “rápido, rápido, rápido”. Todos os jipes fizeram isso e arrancamos a toda a velocidade em direcção ao sítio onde estava o nosso guia, no local onde este tinha parado a marcha diabólica do outro carro: estava a haver granel.
Chegados lá, já havia confusão da grande. O guia do nosso grupo já tinha levado uns bananos valentes de um árabe trajado a rigor e a coisa estava fora de controlo. O árabe tentava tirar algo da mala do jipe (nem sequer tento imaginar o que seria) sendo impedido pelos restantes condutores do nosso grupo estava a ficar cada vez fora de si. Vai daí que foi à porta do Jipe, sacou de uma chave-de-fendas com a nítida intenção de espetar no nosso guia, que entretanto já estava a uma protectora distância. Claro que está que assim que o árabe levantou o braço com a chave foi automaticamente dominado e jogado ao chão pelos restantes condutores do nosso grupo. Imagino a humilhação do homem, um nativo, a ser mandado ao chão por um bando de estrangeiros (pausa para muitas gargalhadas)… No entanto, a coisa a partir daí acalmou e finalmente viemo-nos embora.
Mas a história não acaba aqui. Malditos árabes que têm que ter que ter sempre a ultima palavra. Ainda teve tempo de mandar com uma garrafa de água a um dos jipes já em andamento.
Acabámos por fim o safari a fazer montanha russa à séria pelo meio das dunas…

1 Comments:
Vais sair daí com um currículo ... Upa, upa!
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